Para se ter prazer em ler e escrever é preciso ir além da gramática, das escolas literárias e técnicas prontas.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Bingo!!!

A Microsoft lançou o seu buscador. Afora layaouts e outros diferenciais em relação ao manda-chuva dos “oráculos”, o Google, quero falar neste momento um pouquinho sobre a denominação escolhida pelo pessoal da empresa do Bill Gates. Pois eles escolheram (colheram no universo de palavras) a denominação “Bling”.

Às vezes pode parecer bastante simples e pouco trabalhoso se chegar a um nome para uma empresa, empreendimento, entidade, campanha, projeto etc. Mas geralmente não é bem assim. Na verdade, normalmente exige muito conhecimento e certas sensibilidades, derivadas de diversas experiências e de um inequívoco profissionalismos na área.

Na reportagem de ZH Digital, saída em 10 de junho passado (2009), Vanessa Nunes escreve que o codinome para o Bing durante os testes era Kumo. Antes disso, se chamava Windows Live Serch. Mas afirmou-se como Bing “por ser curto e sonoro”.

Carolina Aranha, gerente de serviços online da Microsoft Brasil, diz o seguinte:

“Precisávamos de um nome que representasse esse momento em que encontramos [na internet] aquilo que estávamos procurando. Está ligado [o nome Bing] à idéia de ‘bingo’”.

Repito: quando está assim “pronto”, tendemos a pensar que a denominação “nasceu” de uma forma fácil e até “espontânea”. Mas se pode ter certeza que implicou muito trabalho e “destreza” de uma equipe.

Não raro, a negligência à consulta de profissionais no assunto – isso de “deixa, que eu mesmo vou criar o nome” – acaba gerando denominações equivocadas e que colaboram muito para que o negócio ligeiro vá à breca.

Assim é que o investimento em “especialistas no assunto” pode ser muito rentável e evitar desperdícios, com trocas posteriores de denominação, quando não a perda total do capital aplicado num negócio onde muitos julgam (injusta e "tragicamente") o “dar um nome” somente “um detalhe”...

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